- Obtener vínculo
- X
- Correo electrónico
- Otras apps
- Obtener vínculo
- X
- Correo electrónico
- Otras apps
Por: Gretel Eres Fernández
Altos e baixos no ensino de espanhol no Brasil
Por que você tem interesse no curso de espanhol? Para que dedicar tantos anos na universidade ao espanhol? Por que você não escolhe outro idioma? Por que você quer estudar espanhol se já fala essa língua? Para que perder tempo se todo mundo entende o espanhol e não é tão difícil assim de falar? Esses são exemplos de algumas perguntas que me fizeram no início dos anos 80, quando ingressei na universidade para cursar Letras Espanhol e Português. As mesmas perguntas foram feitas a muitos professores ao longo das últimas décadas. E vão continuar fazendo. Contudo, curiosamente, nunca me fizeram perguntas parecidas relacionadas ao Português e, até onde posso imaginar, também não foram feitas a nenhum colega da área. Afinal, se há quem pense - de forma totalmente errada - que o fato de ser falante nativo de um idioma estrangeiro é suficiente para poder ensiná-lo, deveriam ter a mesma opinião sobre a língua materna...
No começo eu procurava responder educadamente a quem me fazia essas perguntas, mas, com o passar do tempo e com menos paciência, passei simplesmente a ignorá-las ou a dar respostas vazias de efetivo significado: se tinham a capacidade de formular esse tipo de questão e de hipótese, seria muito difícil que entendesem as efetivas razões da minha escolha. Optei por dar tempo ao tempo e a eles mesmos: algum dia eles perceberiam a importância de estudar espanhol. Utopia? Talvez!
Exercitemos a memória e percorramos a história do Espanhol no Brasil. Será um percurso muito breve e, por isso, não vamos nos deter em aspectos que apesar de serem importantes, não são o foco de nossa atenção agora.
A presença do espanhol no sistema educativo brasileiro está permeada de altos e baixos constantes - quer dizer, mais baixos do que altos - resultado de movimentos políticos relacionados às políticas linguísticas (quando e se é que houve tais iniciativas) ou governamentais em geral.
Essa alternância foi reiterada desde a sua primeira inserção, em 1905, quando o idioma foi incluído em um dos cursos mantidos pela Academia de Comércio do Rio de Janeiro e na Escola de Estado Maior - EEM (Guimarães, 2016, p. 31). Logo depois começou a sua intermitência, uma vez que no caso desta última instituição o espanhol foi excluído em 1908. Alguns anos depois,em 1917, como um gesto de reciprocidade com o Uruguai e também como movimento político1 , o governo brasileiro propôs uma cadeira de espanhol no Colégio Pedro II, também localizado no Rio de Janeiro.
Entretanto, o fato de que a disciplina tivesse caráter facultativo, de que não estivesse prevista a reprovação dos alunos e a ausência de uma política linguística consistente, levou ao desinteresse pelo seu estudo e, consequentemente, à sua eliminação dos currículos das instituições educativas militares (em 1920) e das escolas de nível médio (em 1925).
Tal menosprezo pelo espanhol também foi sentido em 1925 quando se estabeleceu que um ano de estudo desse idioma era suficiente nos cursos superiores comerciais, porque a língua espanhola era mais acessível do que outras línguas estrangeiras para os brasileiros, afirmação que já havia sido feita pelo Professor Antenor Nascentes: «o espanhol é parecidissimo com o portuguez, como toda a gente o sabe. Quem conhece o portuguez, com falicidade lê e comprehende o espanhol» (Guimarães, 2016, p.47).
Essas e outras opiniões semelhantes levaram muitos cursos a excluírem o espanhol e somente se voltou a pensar no assunto a partir de 1940, quando o Brasil decidiu incrementar a integração com a América Latina. Tal medida levou, então, a que em 1942 o espanhol fosse incluído nos cursos clássico e científico, agora com caráter obrigatório. Porém, essas determinações caíram por terra em 1961, quando uma nova lei educativa transformou as línguas estrangeiras em disciplinas optativas e o espanhol começou a perder interesse, situação que se manteve inclusive durante o período de vigência da lei de 1971, momento em que ocorreu uma nova reforma educacional geral.
Esse panorama oficial perdurou mesmo quando um novo texto legal (Lei 9.394/96) foi promulgado, já que o inglês permaneceu quase como língua exclusiva no ensino regular, apesar da relevância que o espanhol demonstrava no cenário nacional, tanto comercial quanto econômico. Vale lembrar que desde os últimos anos da década de 80, com a assinatura do Tratado do Mercosul e com o aumento dos investimentos estrangeiros no Brasil, as relações comerciais, econômicas e políticas entre o Brasil e vários países hispano-falantes também foram ampliadas.
Além disso, não se pode esquecer que o «boom do espanhol», vivenciado no Brasil durante os anos 90, impulsionou a oferta de cursos do idioma ao mesmo tempo em que a indústria editorial começou a oferecer materiais didáticos em profusão, fossem importados da Espanha, fossem produzidos no território nacional e também aumentou consideravelmente o interesse pelas certificações internacionais que atestavam o domínio dessa língua estrangeira. Devido a esse crescimento, a necessidade de professores com habilitação legal levou à multiplicação dos cursos de Licenciatura em Letras-Espanhol e, paralelamente, surgiram muitos cursos, oficinas e eventos cuja preocupação central era oferecer uma formação continuada aos docentes.
Era um momento maravilhoso para o espanhol! Poderia ficar melhor? Sim!
Como a conjuntura política era benéfica para a ampliação e para o fortalecimento das relações internacionais, em 2005 foi sancionada a «Ley do Espanhol», como ficou conhecida a Lei 11.161/05. Mais ou menos nessa mesma época, o Ministério da Educação estava elaborando um novo documento orientador do ensino médio2 e, devido à Lei do Espanhol, o governo considerou que deveria ser incluído um capítulo específico para esse idioma. E foi o que aconteceu: pela primeira vez na história havia uma publicação, referendada pela autoridade educacional, exclusiva para a língua espanhola. Tanto a lei de 2005 quanto o texto orientador foram muito positivos para o ensino do idioma pois auxiliaram a viabilizar, entre outras medidas, a sua inclusão no Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) e no Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE)
Contudo, não há bem que sempre dure. E foi assim que tudo mudou do dia para a noite com a revogação da ley de 2005 e com a determinação de que o inglês seria obrigatório nas escolas. Desse momento em diante tivemos que enfrentar a grande queda sofrida pelo espanhol. E, novamente, tivemos que voltar a mostrar - e demonstrar - o óbvio: a importância do idioma, porque é importante aprendê-lo, porque é necessário ser capaz de se comunicar adequadamente em espanhol em diferentes contextos etc., etc., etc. E também a partir daquele momento tivemos que nos preparar para o desmoronamento a que levou a determinação legal: fechamento de cursos, demissão de uma quantidade enorme de professores, retirada da disciplina de um sem-número de escolas, exclusão do PNLD...
A história se repetia. Entre tantos altos e baixos este golpe nos levava ao subterrâneo.
E é aí onde mais ou menos estamos agora, apesar das inúmeras reivindicações de docentes, estudantes e de diferentes instituições voltadas ao espanhol. Mesmo tendo sido retomado o PNLD e considerando que o espanhol permanece no Enem - Exame Nacional do Ensino Médio - (não sabemos até quanto), não vemos qualquer gesto político oficial que sugira a efetiva inclusão da língua espanhola no sistema educativo nacional.
Diante desse panorama, muitos profesores tiveram que mudar de área, seja por falta de opção, seja por desencanto. Paralelamente, escolas, faculdades e universidades excluíram o espanhol dos seus currículos por não verem perspectivas de melhorias. E aqueles que resistem - estudantes, docentes, instituições de ensino - tornam a se perguntar: para que estudar espanhol?
REFERENCIAS
BRASIL. Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
Disponible en: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/ l9394.htm. Acceso: 04 ago. 2025.
BRASIL. Lei no 13.415, de 16 de fevereiro de 2017. Altera a LDB de 1996. Disponible en: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13415.htm. Acceso: 04 ago. 2025.
BRASIL. Medida Provisória no 745, de 22 de setembro de 2016. Altera a LDB de 1996. Disponible en: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/Mpv/mpv746.htm. Acesso: 04 ago. 2025.
BRASIL. Orientações Curriculares para o Ensino Médio. Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, Ministério da Educação/Secretaria de Educação Básica, 2006.
BRASIL. Resolução n° 8/71, de 1° de dezembro de 1971, do CFE. Fixa o núcleo -comum para os currículos do ensino de 1° e 2° graus, definindo-lhe os objetivos e a amplitude. In: Documenta nº 133, Rio de Janeiro, dez. 1971. Disponible en: https://www. histedbr.fe.unicamp.br/pf-histedbr/resolucao_n._8-1971fixa_o_ nucleo_comum.pdf. Acceso: 04 ago. 2025.
GUIMARÃES, Anselmo. Panaméricas utópicas: a institucionalização do ensino de espanhol no Brasil (1870-1961). São Cristóvão, Editora UFS, 2016.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes. A LDB e a legislação vigente sobre o ensino e a formação do professor de língua inglesa. In: STEVENS, C.M.T e CUNHA, M.J. Caminhos e Colheitas: ensino e pesquisa na área de inglês no Brasil. Brasília: UnB, 2003. p.53- 84. Disponible en: https://www.veramenezes.com/ensino. htm. Acceso: 04 ago. 2025.
Altibajos en la enseñanza del español en Brasil
Por qué te interesa la carrera de español? ¿Para qué dedicarle tantos años en la universidad al español? ¿Por qué no eliges otro idioma? ¿Por qué quieres estudiar español si ya lo hablas?3 ¿Para qué perder tiempo si cualquiera entiende el español y no es difícil hablarlo? Esas son algunas de las preguntas que me hicieron al principio de los 80 cuando ingresé en la universidad para seguir la carrera de «Letras Español y Portugués»4. A muchísimos profesores les han hecho las mismas preguntas a lo largo de las últimas décadas. Y seguirán haciéndolas. Sin embargo, es curioso que nunca me hayan hecho preguntas semejantes relacionadas al portugués y, hasta donde puedo suponer, tampoco a ningún compañero. Total, si hay quienes consideran - de manera totalmente errónea - que ser hablante nativo de un idioma extranjero es suficiente para enseñarlo, deberían opinar lo mismo en relación con la lengua materna...
Al principio procuraba contestar educadamente a quienes me dirigían esas preguntas, pero con el paso del tiempo y con menos paciencia, pasé simplemente a ignorarlas o a dar respuestas vacías de significado real: si eran capaces de formular ese tipo de interrogante y de hipótesis, difícilmente entenderían las efectivas razones de mi elección. Opté por darle tiempo al tiempo y a ellos mismos: en algún momento se darían cuenta de la importancia de estudiar español. ¿Utopía? ¡Quizás!
Hagamos un poco de memoria y recorramos la historia del español en Brasil. Será un recorrido muy breve y por eso no nos detendremos en aspectos que, a pesar de importantes, no son el centro de nuestra atención en esta ocasión.
La presencia del español en el sistema educativo brasileño está marcada por altibajos constantes - o mejor dicho, más por bajos que por altos - resultado de movimientos políticos relacionados a las políticas lingüísticas (cuando y si es que las hubo) o gubernamentales en general.
Eso ha sido reiterado desde su inserción por primera vez, el año 1905, cuando se incluyó el idioma en uno de los cursos mantenidos por la «Academia de Comércio do Rio de Janeiro» y en la «Escola de Estado Maior - EEM» (Guimarães, 2016, p.31). Y pronto comienza su discontinuidad, ya que en el caso de esta última institución se excluye el año 1908. Años más tarde, en 1917, como señal de reciprocidad con Uruguay y también como gesto político5, el gobierno brasileño propone una cátedra de español en el Colegio Pedro II, también de Rio de Janeiro.
Sin embargo, el hecho de que la asignatura tuviera carácter facultativo, de que no previese la reprobación de los estudiantes y la ausencia de una politica lingüística consistente, llevó al desinterés por su estudio y, en consecuencia, a su eliminación de los programas de enseñanza de las instituciones militares (el año 1920) y de los colegios secundarios (en 1925).
El menosprecio por el español se hace sentir también cuando, el año 1925, se decide que un año de estudio de ese idioma es suficiente en los cursos superiores comerciales pues es más asequible para los brasileños que otras lenguas extranjeras, algo que ya había afirmado el Profesor Antenor Nascentes: «o espanhol é parecidissimo com o portuguez, como toda a gente o sabe. Quem conhece o portuguez, com falicidade lê e comprehende o espanhol» (Guimarães, 2016, p.47).
Esas y otras opiniones semejantes llevaron a la exclusión del español de muchos cursos y solo se vuelve a pensar en el asunto a partir de 1940, cuando Brasil se dispone a fomentar la integración con Latinoamérica. De ahí que en 1942 se incluya el español en los cursos clásico y científico, ahora con carácter obligatorio. Pero esas determinaciones terminan el año 1961, cuando una nueva ley educativa convierte las lenguas extranjeras en asignaturas optativas y el español pasa a perder interés, situación que se mantendrá incluso durante el período de vigencia de la ley de 1971, año en el que se produjo otra reforma educativa general.
Ese panorama oficial se mantiene incluso cuando un nuevo texto legal (Ley 9.394/96) se hace público, pues el inglés sigue casi como exclusivo en la enseñanza regular, pese a la relevancia que el español demostraba en el escenario nacional, tanto comercial como económico. Recordemos que, desde finales de los años 80, con la firma del Tratado del Mercosur y con el incremento de las inversiones de muchas instituciones extranjeras en Brasil, se ampliaron las relaciones comerciales, económicas y políticas entre Brasil y varios países hispanohablantes.
Además, no debemos olvidar que el «boom del español», vivido en Brasil durante los años 90, incrementó la oferta de cursos de ese idioma y la industria editorial pasó, igualmente, a ofrecer materiales didácticos en abundancia, tanto importados de España, como producidos en tierras brasileñas; asimismo, se produjo un gran interés por las certificaciones internacionales que comprobaban el dominio de esa lengua extranjera. A raíz de ese crecimiento, la necesidad de contar con profesores habilitados legalmente llevó a que se multiplicaran los cursos superiores de Licenciaura en LetrasEspañol y, en paralelo, surgieron muchísimos cursos, talleres y eventos preocupados en ofrecer una formación continuada a los docentes.
¡Era un momento excelente para el español! ¿Podría ser mejor? ¡Sí!
Como la coyuntura política era favorable para la ampliación y fortalecimiento de las relaciones internacionales, el año 2005 se firma la que quedó conocida como la Ley del Español6. Por esa misma época el Ministerio de Educación elaboraba un nuevo documento destinado a direccionar la enseñanza media7 y en función de la Ley del Español el gobierno consideró que debería destinarse un capítulo específico para ese idioma y así ocurrió: por primera vez se contaba con una publicación, avalada por la autoridad educativa, exclusiva para la lengua española. Tanto la ley del 2005 como el texto de orientación favorecieron mucho la enseñanza de la lengua española, pues auxiliaron a hacer viable, entre otras medidas, su inclusión en el «Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD)» y en el «Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE)».
Pero no hay bien que dure para siempre. Y todo cambió de la noche a la mañana con la revocación de la ley del 2005 y la determinación de la enseñanza de inglés como obligatoria. Desde entonces tuvimos que hacer frente a la cuesta abajo por donde cayó el español y una vez más tuvimos que tratar de mostrar lo obvio: la importancia del idioma, porqué es relevante aprenderlo, porqué interesa ser capaz de comunicarse adecuadamente en español en diferentes ámbitos, etc., etc., etc. Y también desde aquel momento tuvimos que prepararnos para todo el bajón que tal determinación legal supuso: cierre de cursos, cesantía de muchísimos profesores, eliminación de la asignatura en una infinidad de colegios, exclusión del PNLD...
La historia se repetía. Entre tantos altibajos este golpe nos llevaba al subterráneo.
Y ahí es más o menos donde estamos, pese a las muchas reivindicaciones de docentes, estudiantes y de diferentes instituciones volcadas al español. Aunque se haya retomado el PNLD y el español siga en el Enem - Exame Nacional do Ensino Médio - (no sabemos hasta cuándo), no se ve ningún gesto político oficial que señale hacia la efectiva inclusión de la lengua española en el sistema educativo nacional.
Frente a ese panorama, muchos profesores han cambiado de área, bien por falta de opción, bien por desencanto, a la vez que colegios, facultades y universidades han excluido el español de sus programas por no verse perspectivas de cambios. Y los que se resisten - estudiantes, docentes, instituciones de enseñanza - vuelven a preguntarse: ¿para qué estudiar español?
REFERENCIAS
BRASIL. Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
Disponible en: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/ l9394.htm. Acceso: 04 ago. 2025.
BRASIL. Lei no 13.415, de 16 de fevereiro de 2017. Altera a LDB de 1996. Disponible en: https://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13415.htm. Acceso: 04 ago. 2025.
BRASIL. Medida Provisória no 745, de 22 de setembro de 2016. Altera a LDB de 1996. Disponible en: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/Mpv/mpv746.htm. Acesso: 04 ago. 2025.
BRASIL. Orientações Curriculares para o Ensino Médio. Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, Ministério da Educação/Secretaria de Educação Básica, 2006.
BRASIL. Resolução n° 8/71, de 1° de dezembro de 1971, do CFE. Fixa o núcleo -comum para os currículos do ensino de 1° e 2° graus, definindo-lhe os objetivos e a amplitude. In: Documenta nº 133, Rio de Janeiro, dez. 1971. Disponible en: https://www.histedbr.fe.unicamp.br/pf-histedbr/resolucao_n._8- 1971fixa_o_nucleo_comum.pdf. Acceso: 04 ago. 2025.
GUIMARÃES, Anselmo. Panaméricas utópicas: a institucionalização do ensino de espanhol no Brasil (1870-1961). São Cristóvão, Editora UFS, 2016.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes. A LDB e a legislação vigente sobre o ensino e a formação do professor de língua inglesa. In: STEVENS, C.M.T e CUNHA, M.J. Caminhos e Colheitas: ensino e pesquisa na área de inglês no Brasil. Brasília: UnB, 2003. p.53- 84. Disponible en: https://www.veramenezes. com/ensino.htm. Acceso: 04 ago. 2025.
- Obtener vínculo
- X
- Correo electrónico
- Otras apps
_page50_image.png)
_page52_image.png)