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A voz de Acre. A preocupação com a natureza e os povos indígenas | LUCIANO BARRIONUEVO | Febrero 2026
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Por: Luciano Barrionuevo
A voz de Acre. A preocupação com a natureza e os povos indígenas
Iniciada no canto em um coral de igreja, Lara Pontes aperfeiçoou sua voz durante o período em que estudou no Rio de Janeiro e em Maringá (PR).
De volta ao Acre, ela se aprofundou em uma pesquisa sobre as sonoridades regionais e criou o projeto “Zum Zum da Mata”, que foi premiado pela Lei Aldir Blanc e circulou pelo Acre em 2018.
Agora, rebatizado como “Rios Voadores do Norte ao Sul”, Lara se lança numa primeira oportunidade de levar o seu projeto além das fronteiras do Acre, em direção ao resto do Brasil e do mundo, levando a música amazônica, com arranjos que misturam raízes, floresta e experimentação.
Assim, enquanto as mudanças climáticas estavam no centro dos debates da Conferência do Clima da ONU, a COP-30, em Belém, a cantora acreana levava um pouco do clima musical da Floresta Amazônica para o Sul do país, a Santa Catarina. Laura se apresentou em Florianópolis no dia 15, feriado da Proclamação da República, na concha acústica no Lounge do Open Shopping Jurerê.
No repertório, o melhor da música brasileira, embalada pelo samba e pela bossa nova. O menu musical também conta com sons regionais de compositores acreanos: os sambas “A Natureza” e “Exaltação ao Seringueiro” e a bossa “Seringais”.
Luciano Barrionuevo
Argentino, tradutor/intérprete, professor de idiomas e mestre de kick-boxing e boxe; conheceu a cantante Lara Pontes em uma de suas muitas viagens a trabalho ao longo do país.
La voz de acre. La preocupación con la naturaleza y los pueblos originarios
Iniciada en el canto en un coro de iglesia, Lara Pontes perfeccionó su voz durante el período en que estudió en Río de Janeiro y en Maringá (estado de Paraná).
De vuelta a Acre, se sumergió en una investigación sobre las sonoridades regionales y creó el proyecto “Zum Zum da Mata”, que fue premiado por la Ley Aldir Blanc y circuló por Acre en 2018.
Ahora, rebautizado como “Rios Voadores do Norte ao Sul”, Lara se lanza en una primera oportunidad de llevar el proyecto más allá de las fronteras del Acre, revelando al resto del Brasil y del mundo la música amazónica, con arreglos que mezclan raíces, selva y experimentación.
De este modo, mientras los cambios climáticos estaban en el centro de los debates de la Conferencia del Clima de la ONU, la COP-30, en Belém, la cantora acreana llevaba un poco del clima musical de la Selva Amazónica para el Sur del país, a Santa Catarina. Laura se presentó en Florianópolis el día 15 de noviembre, feriado de la Proclamación de la República, en la concha acústica en el Lounge del Open Shopping Jurerê.
En su repertorio iba lo mejor de la música brasileña, embalada por el samba y por la bossa nova. El menú musical también cuenta con sonidos regionales de compositores acreanos: los sambas “A Natureza” y “Exaltação ao Seringueiro” y la bossa “Seringais”.
Luciano Barrionuevo
Argentino, traductor/ intérprete, profesor de idiomas e instructor de kickboxing y boxeo; conoció a la cantante Lara Pontes durante uno de sus muchos viajes de trabajo por el país
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